quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Estádios da Copa de 2014

Saiba como estão hoje os 12 estádios de 2014:
MARACANÃ: Em recente vistoria na presença do ministro-chefe da CGU, Jorge Hage Sobrinho, e do relator do TCU para a Copa de 2014, ministro Valmir Campelo, o governador do Rio, Sérgio Cabral, confirmou que o estádio será entregue em dezembro de 2012 e, com uma nova cobertura, estará à disposição para a Copa das Confederações, com capacidade para 76 mil pessoas, a um custo máximo de R$ 1,05 bi.
ITAQUERÃO (SP): Ainda estão sendo feitos ajustes no projeto para que seja possível captar carta de crédito de R$ 400 milhões no BNDES. O início das obras está previsto para maio, com um custo estimado de R$ 600 milhões. A capacidade será de 65 mil torcedores. Deve receber o jogo de abertura.
BEIRA-RIO (RS): O Internacional anunciou na semana passada que a construtora Andrade Gutierrez viabilizará financeiramente as obras do estádio, em troca da concessão de sua exploração pelos próximos 20 anos. O Beira-Rio terá capacidade ampliada para 60 mil lugares. O custo estimado é de R$ 270 milhões.
MINEIRÃO (MG): É considerada a obra mais avançada da Copa. Está entrando em sua terceira fase. O custo total do projeto, entre a reforma do estádio e da esplanada, é de R$ 743 milhões.
ARENA DA BAIXADA (PR): É um dos estádios privados do Mundial. O Atlético-PR prevê o início das obras para junho deste ano, a um custo de R$ 130 milhões. Serão construídos um quarto lance de arquibancada e a cobertura. O município liberou crédito de R$ 90 milhões para o clube paranaense. A capacidade será de 42 mil lugares.
MANÉ GARRINCHA (BSB): A demolição e o desmonte de partes da arquibancada já foram iniciados. O novo Mané Garrincha terá capacidade para 71 mil torcedores e custará R$ 671 milhões. O projeto inclui estacionamentos, área de apoio, vestiários e lojas.
ARENA DO PANTANAL (MS): As obras de fundações deveriam terminar em dezembro, mas foram adiadas devido às chuvas. Com arquibancadas e cobertura desmontáveis, a capacidade de 43.600 lugares poderá ser reduzida em até 30% após o Mundial. O custo previsto é de R$ 342 milhões.
ARENA AMAZÔNIA (AM): As obras continuam, e no momento, estão sendo instaladas as bases para a arquibancada inferior. A nova arena substituirá o Vivaldo Lima, em demolição. A capacidade será de 42.200 torcedores, a um custo de R$ 450 milhões.
CASTELÃO (CE): As obras no entorno começaram, mas as internas estão previstas para 31 de março. Com a reforma, o Castelão passará a ter 67.037 lugares, além de estacionamento, centro olímpico e um ginásio. O custo foi orçado em R$ 518,6 milhões. O Ceará pretende receber uma das semifinais da Copa.
ARENA DAS DUNAS (RN): Assim como São Paulo, é o único local onde as obras para o Mundial de 2014 ainda não começaram. O início está previsto para o mês de maio e ficará a cargo da OAS, única participante da licitação. O custo total da obra, hoje, está calculado em R$ 593 milhões. As arquibancadas flexíveis permitirão remover parte dos 47 mil assentos do estádio depois da Copa.
ARENA NOVA FONTE (BA): Substituirá a antiga Fonte Nova. Terá capacidade para 50.433 lugares e três aneis de arquibancada, mas como os baianos ainda mantêm a esperança de substituir São Paulo na abertura da Copa, poderá ser ampliada para 65 mil. A previsão de custos é de R$ 590 milhões.
ARENA PERNAMBUCO (PE): A obra está na fase de terraplanagem e fundações. Localizada em São Lourenço da Mata, a 19 km de Recife, terá capacidade para 46 mil lugares e seis mil vagas para carros. Custará R$ 532 milhões.
http://oglobo.globo.com/esportes/copa2014/mat/2011/03/30/como-estao-os-12-estadios-da-copa-do-mundo-de-2014-924122159.asp

A Verdadeira Dilma

10 coisas que você provavelmente não sabia

Rio de 6.000 km é descoberto embaixo do rio Amazonas

Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6.000 quilômetros de extensão que corre embaixo do rio Amazonas, a uma profundidade de 4.000 metros. Os dois cursos d'água têm o mesmo sentido de fluxo - de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo.
Fluidos que se movimentam por meios porosos - como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica - costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros.
O dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio. Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de rio Hamza.
Características
A vazão média do io Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3.000 m3/s - maior que a do rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s. Para se ter uma ideia da força do Hamza, quando a calha do rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s.
As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso d'água dos dois rios. Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros. Por outro lado, a s águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano.
Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea. Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície. Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr. Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Vista do rio Amazonas entre Maués e Parintins (AM)

Soldados Brincalhões

Conselho da Apple aposta na competência de Cook como CEO

Tim Cook, um homem tranquilo, especialista em operações e trabalhador incansável, recebeu a atenção dos holofotes do mundo todo na quarta-feira, ao ser designado novo chefe-executivo da Apple, após a renúncia do carismático Steve Jobs.
Cook, mão direita de Jobs, tem uma árdua lista de tarefas pela frente: não só deve manter os lucros da empresa, ser capaz de continuar inovando e surpreendendo os consumidores e, como também deverá estar à altura do discurso contagiante e motivador do cofundador da empresa. Afinal, a Apple e Steve Jobs são um só.
O conselho de administração da companhia divulgou na quarta-feira a carta de despedida, na qual recomendava "encarecidamente" Cook como seu sucessor, e nomeava então o executivo como novo CEO.
"O conselho está plenamente convencido que Tim é a pessoa adequada para ser nosso novo chefe-executivo. (...) Seus 13 anos a serviço da Apple foram marcados por sua excepcional atuação e demonstrou um talento extraordinário e bom critério em tudo o que fez", dizia o principal órgão do Governo da empresa de Cupertino em um comunicado.
A companhia deve mostrar-se unida no apoio a Cook com o objetivo de acalmar os investidores, que temem que com a saída de Jobs caia a qualidade dos novos produtos assim como sua capacidade para criar novas tendências tecnológicas.
Na prática, Cook comandou a Apple desde janeiro, quando Jobs anunciou uma dispensa médica por tempo indefinido. Também esteve brevemente à frente em 2004 e 2009, mas a última palavra nas decisões ainda era de Jobs.
A partir de agora, Cook já não está mais sob a asa do mentor e terá que provar o que aprendeu a seu lado. Tarefa que não será fácil, já que tanto investidores como consumidores, estarão acompanhando de perto seus movimentos.
A curto prazo tem o êxito garantido com lançamentos previstos como o iPhone 5, a nova versão do sistema operacional iOS e iPad 3, no entanto, o gerente terá que manter a marca registrada da inovação de produto e de design. "Acredito que os dias mais promissores e inovadores da Apple estão por vir", incentivava Jobs, em sua carta de despedida.
Tim Cook nasceu em 1960 e já trabalhou na Compaq e na IBM. Foto: AFP

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

10 coisas sobre a Maconha

1-O que é maconha?

“Maconha” se refere às flores e folhas secas de uma planta conhecida como cânhamo, ou Cannabis, que contém uma substância chamada THC (Tetrahidrocarabinol) em diferentes concentrações. Pode ser fumada ou ingerida para dar a sensação conhecida como “onda” ou “briza”. As diferentes variedades dessa planta produzem diferentes sensações, que vão de sedativas a estimulantes. A planta tem estimados 50.000 outros usos potencialmente comerciais, como fábrica de papel, indústria têxtil, combustíveis, alimentação, etc. Porém esses usos foram banidos devido às leis existentes.

*Fonte: Enciclopedia Britannica.


2-Quem usa maconha?

Não há um simples protótipo de quem usa maconha, ou “maconheiro”. A erva tem sido usada há milhares de anos por razões religiosas, medicinais, sociais e para relaxamento. É muito pupular entre artistas, escritores, músicos, ativistas, advogados, cientistas, médicos, trabalhadores...

3- Há quanto tempo as pessoas usam maconha?

A maconha é usada desde os tempos remotos. Arqueólogos reportam que a Cannabis foi, provavelmente, a primeira planta domesticada por seres humanos – aprox. 8000 A.C – e era usada como fonte de fibra para papel e tecidos. E começou a ser fumada na China e Índia, em aprox. 2700 A.C.* Enquanto trabalhadores e camponeses fumavam a erva em seu estado natural, aristocratas historicamente preferiam hashish, extraído das flores curadas da planta. A maconha nunca foi considerada um problema, até que uma desiformada e mentirosa campanha contra a maconha foi lançada na década de 1930. A partir daí, apareceram as leis pribitivas em relação à Cannabis nos EUA, que se difundiram para o resto do mundo.

* Fonte: Columbia University, _History of the World.

4- Maconha vicia?

Não. Está mais que provado. A grande maoiria dos usuários são consumidores moderados que fumam socialmente para relaxar. Sabe-se que aproximadamente 10% das pessoas no mundo têm certa “tendência viciante”. Dessas pessoas, a grande maioria é viciada em outra coisa que não seja maconha. Numa escala relativa, maconha é menos “formadora de hábitos” do que acúcar ou chocolate, mas é mais em relação às anchovas. Sociologistas relatam um padrão geral que consiste num grande número de usuários adultos/jovens, que gradualmente diminui em relação à idade.

5-Alguém já morreu fumando maconha?

Não. Nenhum caso registrado. THC é uma das poucas substâncias químicas sem um conteúdo tóxico. A agência federal NIDA revela que autópsias de 75 pessoas por ano têm elevados níveis de THC quando morrem – o que não significa que a maconha foi a causa da morte. A tabela abaixo compara o número de mortes atribuída a diversas substâncias num determinado ano nos EUA:

Tabaco – 340.000 – 395.000
Álcool (excluindo crimes e acidentes) - > 125.000
Overdose (drogas com prescrição médica) – 24.000 – 27.000
Overdose (drogas ilegais, sem prescirção médica) - 3.800 – 5.200
Maconha – 0

*Fonte- U.S. Government Bureau of Mortality Statistics, 1987

6-A maconha leva ao crime ou outra drogas pesadas?

Não. O único crime atribuído ao uso da maconha é o seu prírpio uso. E muitas das pessoas que abusam de drogas mais pesadas e também usam maconha, há muito tempo usam outras drogas legais, como café, chocolate, álcool, cigarros, etc. Portanto a infeliz teoria de que “é a porta para outras drogas” não se sustenta.

7- A maconha torna as pessoas violentas?

Não. Na verdade, o diretor da Federal Bureau of Narcotics (EUA), Harry Anslinger, uma vez revelou ao Congresso exatamente o oposto – que ela levava à não violência e ao pacifismo. Se ele estava falando a verdade – o que ele e os agentes federais em geral não falam quando o assunto é maconha -, então a re-legalização poderia ser considerada como um ponto a favor da coibição da violência atual na grandes cidades. O simples fato é que maconha não muda personalidade das pessoas. O governo americano diz que mais de 20 milhões de americanos ainda fumam, e com certeza essa estatística inclui as pessoas mais interessantes que você conhece.

8-Como a maconha afeta sua saúde?

O habito de fumar em si não é saudável. Mas fumar maconha é menos prejudicial que tabaco, e as pessoas ainda fumam menos para se satisfazer. O risco à saúde pode ser evitado se você comer a erva ao invés de fumar, ou fumando menores quantidades de variedades mais potentes. Não há nenhuma prova que maconha couse problemas de saúde ou sexuais, mas, como o álcool, o uso por crianças e adolescente não é recomendado. A Cannabis é uma planta medicinal que tem centenas de propriedades terapêuticas comprovadas, úteis no tratamento de estresse, glaucoma, asma, câncer, etc.

9- E aquelas estatísticas e estudos alarmantes que divulgam por aí?

A maioria foi forjada como tática de repressão pelo governo americano do Dr. Gabriel Nahas. Como não tinha nenhuma base científica, Nash foi demitido do Intituto Nacional de Saúde Americano (National Institute of Health) e finalmente reconheceu seus “estudos” como insignificantes. Em um experimento, ele sufocou macacos por mais de cicno minutos com uma concentração de fumaça maior que um usuário comum inala por toda sua vida. Os outros estudos que indicam riscos à saúde são também suspeitos, uma vez que nao há grupo controle e produzem resultados que não podem ser comprovados, replicados ou verificados, não sendo assim científicos.

10-E o que eu faço em relação à maconha?

Nenhum grupo independente governamental que estudou a maconha recomendou a prisão para usuários. Pessoas esclarecidas deveriam agumentar com representantes da lei para re-legalizar e taxar esta planta, com é feito com o tabaco e o álcool.