sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Auckland, cidade limpa e reciclável

Auckland realmente faz por merecer o status de um dos melhores lugares do mundo para viver. E a boa educação de sua população começa de casa. Por isso, a cidade ostenta uma consciência ecológica acima da média.

Para viver em um ambiente limpo e aprazível, a grande maioria dos moradores pratica o sustentável hábito da reciclagem de lixo. Diante do engajamento em massa para descartar e separar a sujeira adequadamente, a principal metrópole neozelandesa quase não precisa de varredores de rua. Existem poucos deles e apenas na região do centro.

Cada aucklander faz sua parte, não jogando lixo no chão, separando os resíduos reutilizáveis e também varrendo e limpando a frente de suas residências. Como as ruas e calçadas sempre ficam um “brinco”, a coleta de lixo é necessária apenas uma vez por semana.

Nos demais dias, um minicontêiner portátil fica dentro das casas. Leve, com puxador e rodinhas, ele tem espaço para o lixo em geral e outro à parte para recicláveis. No dia da coleta, os moradores o colocam na rua. Mas, se deixá-lo na via pública em data errada, o proprietário pode até levar multa.

Quando passa para fazer a recolha, o caminhão de lixo nem precisa daquele batalhão de catadores atrás. Só o motorista dá conta do recado. Ele encosta o veículo na calçada e pega o contêiner com um braço mêcanico acoplado na carroceria. Despeja tudo nas lixeiras internas e depois devolve o cesto para o mesmo lugar.

Muitas das empresas e comércio da cidade seguiram o bom exemplo e abraçaram a causa reciclável. Os funcionários foram condicionados a, uma vez por semana, jogar seu lixo acumulado em cestos especiais, que ficam visivelmente localizados e facilitam a correta separação do lixo orgânico do reaproveitável (papel, plástico e vidro). Assim, que atitudes como esta possam ecoar nos diversos cantos do mundo. A mãe-natureza agradece!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Cinema reciclado


Dá pra acreditar que um cinema foi construído apenas com material regenerado?
Folly for a Flyover
Mas foi exatamente isso que aconteceu em Londres. Uma organização sem fins lucrativos construiu um cinema sob um viaduto da autoestrada de Londres, com madeira e tijolos de barro. E a construção demorou só um mês!
O espaço ganhou o nome de “Folly for a Flyover” e só existirá por 6 meses. A ideia é gerar cultura sustentável durante o verão. Após esse tempo, o material reciclado usado na construção será doado para outra atividade igualmente criativa.
Enquanto o verão rola, o espaço está proporcionando diariamente cinema e teatro, no período da noite, e, durante o dia, funciona como um café e área de lazer cultural. Bacana, né?

A linha verde dos trens espanhóis


Um projeto de paisagismo, implementado por uma empresa de transportes da Espanha, mudou o visual do trajeto diário das pessoas nas grandes cidades.
A grama emoldurando os trilhos das linhas de trem de Barcelona e Bilbao não é algo apenas bonito de se ver.  O revestimento ajuda a amenizar as ilhas de calor que costumam se formar em áreas urbanas, uma vez que as áreas verdes não retêm a temperatura, como faz o asfalto.
Com um caminho desses, dá mais gosto de pegar o trem, não é mesmo?

Foto: Andrew Clarke Parker.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Conheça o menor carro movido a energia solar do mundo


Sempre procuro trazer alguma novidades que sejam útil no dia-a-dia, más qual o geek que não gosta de novidades diferente? O futuro esta caminhando para cada vez mais economia de valores, entre eles combustível, eletricidade, etc etc, coisas que obrigatoriamente utilizamos todos os dias.
Conheçam o menor carro movido a energia solar do mundo, já pensou o dia em que possamos entrar em nossos carros de verdade e sem precisar gastar R$1,00 de combustível pudermos apenas dirigir abastecidos somente com energia solar?

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Queda de satélite de 6 toneladas reabre discussão sobre limpeza espacial


Nas próximas horas - provavelmente por volta de 17h05 de sexta -, quase seis toneladas de lixo espacial norte-americano cairão em algum lugar da Terra. O local exato ainda não pôde ser definido pela Nasa, que monitora a trajetória do Satélite de Pesquisa da Alta Atmosfera (UARS, na sigla em inglês), inativo desde 2005. De qualquer maneira, o caso reascende a discussão sobre a quantidade de material enviado pelo homem espalhado na órbita terrestre. Para alguns especialistas, chegamos a um "ponto crítico", havendo necessidade de se realizar uma limpeza no espaço.

O que ocorre, conforme explica a pesquisadora Thais Russomano, coordenadora do Centro de Microgravidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), é que os equipamentos espaciais, como os satélites, têm um tempo de vida útil, sendo desativados após as missões. "Isso pode afetar a velocidade com a qual um satélite orbita a Terra e, se a velocidade diminui muito, a força gravitacional terrestre puxa-o em direção ao planeta".

É o caso do Satélite de Pesquisa da Alta Atmosfera, transportado pela nave Discovery em 1991. Ele foi projetado para medir as mudanças atmosféricas e os efeitos da poluição no planeta. Contudo, concluiu a missão em 2005 e, desde então, tornou-se lixo espacial - com o peso de um ônibus.
Apesar de parecer inusitado, muitos objetos que circundam a Terra caem sobre o nosso planeta diariamente. O que não cai, fica vagando pelo espaço, já repleto de telescópios, satélites e demais máquinas produzidas pelo homem e que não têm mais funcionalidade.

Que tal explodir tudo lá em cima?
A ideia de explodir os artefatos no espaço, ao contrário do que muitos imaginam, não resolve o problema. Pelo contrário. "Explodir (os satélites, por exemplo) pode agravar o problema de se criar mais lixo espacial, pois vários componentes - grandes e pequenos -, bem como a poeira originada na explosão, ficariam orbitando o planeta", avalia a pesquisadora.

Thais diz que já existem planos de que as agências espaciais, responsáveis por terem colocado os satélites (ou outros objetos) em órbita, ou mesmo tenham produzido lixo cósmico de outras formas, comecem um processo de limpeza. No entanto, o custo desta faxina é muito alto e o assunto ainda está em discussão. "O que já ficou claro é que quem polui tem que limpar", afirma.

O UARS pode cair em cima de alguém?
O local preciso onde o satélite americano cairá não foi divulgado pela Nasa. A princípio, pode ser em qualquer lugar, mas especialistas russos acreditam que o satélite acertará o mar de Papua Nova Guiné por volta das 17h05 (horário de Brasília) desta sexta-feira. De qualquer maneira, Thais diz que a probabilidade de o objeto acertar alguém é rara.

"O maior risco é cair sobre uma zona habitada, onde poderá haver dano material ou até mesmo atingir uma ou mais pessoas. Mas como a Terra tem mais água do que terra, e a terra não é toda habitada, a chance fica muito pequena", calcula.

Os cientistas da Nasa estimam que o satélite vá se despedaçar ao entrar na atmosfera. Segundo eles, desde o início da era espacial não se confirmou nenhum caso de pessoa ferida por um objeto espacial durante o retorno ao planeta. Fonte: Terra

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Uso de tijolos ecológicos pode trazer economia de até 40% no custo total da obra


Já pensou em construir uma casa ecologicamente correta, com tijolos até 8 vezes mais resistentes que os convencionais? Isso já é possível na Capital com o uso dos chamados tijolos ecológicos. Apesar de serem 10% mais caros que os comuns, no custo final da obra, o consumidor pode economizar cerca de 40%, por que a tecnologia não demanda grandes investimentos em acabamento da construção.
Os tijolos ecológicos podem ser feitos também de bagaço de cana de açúcar, casca de arroz, porcelana, gesso industrializado, fibrocimento, areia de fundição, material de construção civil, entre outros materiais como notas de dinheiro sem uso.
O gerente de marketing de uma empresa que fabrica o produto na Capital, Marcos Matos, destaca a preocupação que a indústria tem em desenvolver projetos que auxiliam no mercado da construção ecologicamente correta, com a fabricação de máquinas que utilização resíduos sem utilidade, como lixos orgânicos.
Para ressaltar essa importância, a indústria quer entrar no Guinness World Records (Livro dos Recordes), com a construção da maior obra do mundo feita com tijolos de lixo orgânico, com área de 10 mil m, que tende a ficar pronta no final do ano de 2012.
"Este tijolo e feito com notas de dinheiro sem utilização na Casa da Moeda, aqui contém 30 mil reais em notas de dinheiro", destaca Marcos.
Tijolo Modular
Em virtude do sistema vazado e encaixe na vertical, o tijolo modular permite a passagem tanto dos dutos elétricos quanto do sistema hidráulico, e entre outros, evita a quebra de paredes para passar os fios.
Assim, se evita o aumento de entulhos, o desperdício com materiais, quebra-quebra e a restauração das paredes, sendo que no sistema convencional de construção este tipo de prejuízo é inevitável.
Vale ressaltar que casas construídas com tijolos ecológicos são aprovadas pela Caixa Econômica, pois é um material normatizado e que possui certificação pela ABNT (Associação Brasileira de Normas técnicas).
Pisos
Os pisos ecológicos são permeáveis, fazendo com que ocorra absorção da água. Eles podem ser retirados e recolocados, permitindo consertos subterrâneos em calçadas e vias, sem remendos, além de possuir variedade de cores e facilidade em assentamento. Existem ainda modelos de piso tátil, que facilita na percepção de pessoas com deficiência visual e baixa visão.
Que tal assentar uma parede com cola?
O tijolo ecológico pode ser assentado de varias formas, a cola PVA é uma das maneiras mais prática e rápida, também podemos utilizar a argamassa de assentamento convencional ou uma mistura feita de cola, água e o próprio solo. Por ser um sistema de modular, dependendo do projeto proposto, podemos dispensar a cola entre os tijolos a utilizar somente o sistema de encaixe dos tijolos.
Revestimentos
Qualquer tipo de revestimento pode ser aplicado em um tijolo ecológico, sem qualquer de preparação especifica. Dentre muitos revestimentos podemos citar a argamassa, para fixar os azulejos e pastilhas, grafiáto, texturas, reboco, tinta a base de água, tinta a base de óleo, resinas, impermeabilizantes, vernizes, gesso e papel de parede. Devida a perfeição da parede, menos material será utilizado para finalizar a obra.
Fonte: PreserveMT/Correio do Estado

Linha de trem abastecida por energia solar


Já está em funcionamento na Bélgica uma estação de trem mantida com o auxílio da energia solar.  São 16 mil painéis fotovoltaicos distribuídos em duas milhas de extensão, que conseguem gerar metade da energia necessária para o abastecimento da linha.
Já está sendo considerada uma solução eficiente para reduzir a emissão de carbono. Tomara que chegue logo por aqui!
A linha de trem solar belga

Painéis de energia solar que imitam trepadeiras


E se você pudesse, ao invés dos painéis solares convencionais escuros e mais pesados, usar painéis de energia solar menores, em formato de folhas? Eles dariam à sua casa ou prédio uma aparência mais “verde”.
Fotocélulas em formato de folhaBem adequado, uma fotossíntese eletrônica
É isso o que faz o Solar Ivy da SMIT, um sistema modular totalmente customizável que vem em uma série de cores, garantindo um efeito mais natural na decoração/paisagem.
Assim fica até mais bonito ser sustentável!

Energia elétrica que dá em árvore


Por mais conhecimento que a humanidade tenha produzido, ainda há espaço para inovação. E, ainda hoje, buscam-se ideias para a produção de energia de forma mais limpa e eficiente. Como a energia solar.
Inovação é isso: colocar em prática aquela ideia que parece óbvia, mas que ninguém tinha notado até então.
Um exemplo disso foi a ideia de Aidan Dwyer, um garoto de apenas 13 anos, para um projeto escolar.
O garoto Aidan Dwyer
Ele percebeu que os galhos das árvores estão organizados de maneira que as folhas aproveitem melhor as variações de ângulos da luz solar durante o dia. Por que os painéis de energia solar não podem ser assim também?
A árvore de Dwyder captando a luz do sol
Com as células montadas em formato de árvore, ele conseguiu um aumento de até 50% na produção de energia. E, mesmo com algumas contestações, mostra que a natureza pode nos ensinar muito mais do que a gente imagina, né?
Com o mesmo pensamento, foram criados também o ar-condicionado solar e ospainéis solares que imitam trepadeiras. Afinal, se a ideia é aproveitar a energia do sol, podemos aprender com quem faz fotossíntese desde que o mundo é mundo.

Condicionador e purificador de ar movido a energia solar


No inverno a gente até esquece quanto calor passou no verão. Mas você se lembra da luta interna constante na hora de ligar o ar condicionado? Você sabe o quanto esses aparelhos são prejudiciais ao meio ambiente. Mas o calor excessivo faz você usá-los mesmo assim.
O aparelho a seguir parece que vai acabar com esse dilema!
Foliage, o ar condicionado solar
Com design inspirado em vasos e plantas, essa belezinha não é só um condicionador, mas também um purificador de ar. O Foliage é o primeiro a contar com painéis solares pra produção de energia.
O Foliage se comporta como uma planta
Esses painéis se adaptam e se movimentam sozinhos. O purificador e o condicionador de ar estão na base do aparelho. A ideia é bem interessante se pensarmos que,precisamos mais de um ar condicionado justamente quando o sol (fonte de energia) está mais forte.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

Professor de Harvard desenvolve máquina que extrai dióxido de carbono do ar


A Universidade de Calgary, em Alberta, no Canadá está desenvolvendo uma máquina que remove o dióxido de carbono do ar. O projeto é do professor de física David Keith, de Harvard, que recebeu um financiamento de US$ 6 milhões. 
Apesar da técnica de separação de CO2 ter sido descoberta na década de 50, ela era usada apenas para fins industriais. Esta é a primeira vez que se tenta criar um equipamento para uso comercial.
O ar será filtrado em um processo de três etapas. Estima-se que sejam extraídas milhares de toneladas de CO2 do ar, entretanto ainda está em discussão o que será feito com este acúmulo. 
O professor ainda enfrenta seus colegas de academia que estão descrentes quanto à nova tecnologia. Ele afirma que a engenharia não é tão difícil como parece. Entretanto, há quem aposte em sua ideia, visto que o recurso para que a máquina seja produzida, teve financiamento de diversos investidores, entre eles o fundador da Microsoft, Bill Gates.
A equipe de Keith obteve sucesso em uma medição de quantidade de CO2 retirada do ar em um outdoor, em Calgary. Se a tecnologia realmente chegar ao mercado significará um grande avanço para o meio ambiente e no controle das mudanças climáticas. Com informações da Info.

Para eles, todo dia é Dia Mundial Sem Carro



Tá estressado? Quer perder uns quilinhos? Não aguenta mais a rotina diária de embreagem-primeira marcha-ponto morto dos congestionamentos? Então pedale! O tráfego pesado, a sensação de perda de tempo, o custo com combustível, ônibus e metrô ou até mesmo o gostinho de aventura são alguns dos motivos que têm levado muita gente a optar pela bicicleta para ir e vir na capital paulista.

Todas as manhãs, o diretor de projetos da Fundação Getúlio Vargas Rene Fernandes veste terno, calça social, capacete, confere a garrafinha de água, põe a mochila nas costas e sai para pedalar por 4km até o trabalho. De sua casa, na Consolação, até o destino final, na Avenida Paulista, leva 15 minutos. “Com o carro, gastava 40 minutos”, diz Rene,de 28 anos, que também usa a bike para ir ao mercado, ao bar no fim de semana, e até mesmo em reuniões.


Foi no caminho para uma dessas reuniões, em Pinheiros, que ele parou na Praça Victor Civita para conversar com a reportagem. Pontual, chegou tranquilo, quase sem transpirar, como se não tivesse feito esforço algum. Adepto das magrelas há cerca de um ano e meio, Rene afirma que a bike lhe devolveu o controle do tempo.
“Hoje, não tenho a desculpa do trânsito para justificar o atraso”, brinca. E também, lhe deu mais serenidade ou, como gosta de dizer, um senso de “humanização dos deslocamentos”. “Tenho contato com coisas e pessoas que não tinha antes, isolado no carro”, explica. Para não falar dos benefícios físicos. “Como o que quiser e não engordo”.
Segurança e consciência para evitar “sustos”
Para os ciclistas urbanos, a escolha da rota é um dos principais fatores de segurança. “Ruas por dentro dos bairros e com lombadas [que espantam os carros] são trajetos melhores do que rodovias movimentadas”, diz o analista de sistema Willian Cruz, criador do site Vá de Bike! e ciclista há mais de dez anos.
Cuidados que ele segue ao pé da letra para sair de onde mora, na Praça da Árvore e chegar – são e salvo – na agência de publicidade em que trabalha, no Itaim Bibi. Montado em uma Caloi Urbe (a primeira bike dobrável da marca), Willian leva só 30 min no percurso de 10 km, metade do tempo que levaria de ônibus.
Obstáculos, eventualmente, aparecem. Ás vezes é um motorista de ônibus que acelera para passar perto e tirar o chamado fino educativo, diz. “Eles acham que o ciclista não tem direito de estar alí e querem dar uma lição, que pode virar tragédia”.
Fonte:exame.abril.com.br

Hotel para plantas


Um shopping de Madrid começou a oferecer um serviço inusitado aos seus frequentadores. Durante o período de férias, os clientes poderiam deixar suas plantinhas em um espaço especialmente preparado para elas.
Hotel para Plantas recebeu até três plantas por cliente, com no máximo um metro de altura, que ficaram aos cuidados de uma equipe de jardineiros profissionais. O período de estadia das plantas ficava registrado, elas recebiam tratamento contra pragas e a poda era opcionalmente autorizada pelo dono. Além disso, câmeras faziam a transmissão de tudo via web, pra se ter certeza de que os vasos estavam sendo bem cuidados.
Assim já dá pra viajar tranquilamente sem ter que deixar a chave com o vizinho para regar as plantinhas.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Árvores: verdadeiras fábricas de saúde

Você já deve ter ouvido por aí que as árvores são fundamentais para a garantia da vida no planeta e esta é a mais pura verdade, mas você faz ideia do por quê? Essas plantinhas ajudam a melhorar a qualidade de vida nas cidades - onde, atualmente, vive a maior parte da população mundial -, tanto que foram carinhosamente apelidadas de "fábricas de saúde" por Ricardo Cardim, biólogo, ambientalista e fundador da Associação Amigos das Árvores de São Paulo


 Entre os benefícios que elas trazem para a vida de todos os seres vivos -além, claro, de deixar a paisagem dos ambientes urbanos muito mais bonita e colorida, alegrando nossos dias -, estão: 
- a produção de oxigênio, que é vital para a nossa sobrevivência; 
- a filtragem da poluição do ar; 
- a absorção de até 70% da água da chuva, reduzindo o risco de enchentes; 
- o aumento da umidade do ar; 
- a garantia de sombra e, também, de abrigo para os passarinhos, que, sem as árvores, acabam indo embora das cidades e 
- a redução da temperatura, deixando os ambientes mais fresquinhos. "Por exemplo, um bairro com poucas árvores, como o centro, pode ser até 12ºC mais quente do que um arborizado", conta Ricardo. Você sabia que as árvores podem influenciar tanto assim a temperatura dos lugares que frequentamos todos os dias? 

As vantagens dessas plantinhas não param por aí: sem elas, o ambiente da nossa própria casa ou apartamento seria bem menos agradável. Sabe por quê? "As árvores funcionam como esponjas que absorvem o barulho, a iluminação e a poeira que vêm das ruas, impedindo que tudo isso entre no nosso lar", explica Ricardo. 

QUANTO MAIS VERDE, MELHOR Não importa o tipo ou o tamanho: todas as árvores são importantes para o planeta, mas quanto maior é a plantinha mais benefícios ela trará para o ambiente em que está localizada. Além disso, quanto mais árvores forem plantadas em uma região, melhor. Por isso, preservar as florestas é tão importante. 

No entanto, não podemos nos esquecer das plantinhas que estão, em menor quantidade, nas cidades - seja no seu quintal, na rua de casa ou na escola. "Quando aprendemos no colégio sobre meio ambiente, temos a sensação de que é algo que está distante de nós, lá na Floresta Amazônia, por exemplo. Isso não é verdade. A natureza está perto e uma ótima maneira de ajudar a preservá-la é cuidar das árvores que estão próximas de nós", destaca Ricardo. 

Oriente seus pais, familiares, professores e vizinhos a não podar ou cortar árvores sem a autorização do governo e toda vez que você vir algum adulto fazendo isso, de forma ilegal, denuncie para a subprefeitura do seu bairro (saiba mais emPlantas precisam de cuidados). 

Além disso, plantar árvores no seu quintal ou escola é bacana, desde que você se informe antes. "O Brasil é um dos países mais ricos em biodiversidade e, no entanto, a maioria do verde que vemos nas ruas é estrangeiro (ou seja, composto por espécies chamadas de invasoras). É importante plantarmos árvores nativas, que pertençam ao bioma em que vivemos", explica Ricardo. 

Para aqueles que moram na Mata Atlântica - em Estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Bahia e Pernambuco -, por exemplo, o biólogo recomenda o plantio das seguintes espécies frutíferas: Cambuci, Pitanga, Cabeludinha, Uvaia e Araça. "E para aqueles que têm mais espaço, árvores de grande porte como a Copaíba, a Canela e a Peroba também são boas opções", sugere. (Para saber quais são as melhores árvores para plantar em cada bioma brasileiro, leia: As melhores árvores para plantar

Hoje, comemora-se no Brasil o Dia da Árvore. Que tal aproveitar a data para começar a colocar em prática tudo o que você aprendeu sobre essa plantinha? 



http://planetasustentavel.abril.com.br/

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Datafolha comprova preferência por sacolas plásticas


Pesquisa nacional feita pelo Datafolha em maio, a pedido da Plastivida, do INP e da Abief, mostrou hábitos e opiniões relevantes sobre o uso de sacolas plásticas. Veja alguns resultados:
  • 84% apontaram as sacolas plásticas como o meio mais frequente para carregar as compras.
  • 50% indicaram as sacolas plásticas como o melhor meio para transportar as compras.
  • 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizá-las. Destes, 96% para lixo.
  • 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.
  • 64% entendem que seria uma obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras, caso as sacolas fossem banidas.
Outras informações sobre a pesquisa são relatadas pelo presidente da Plastivida e INP, Miguel Bahiense Neto, em artigo a seguir:
“Uma abrangente pesquisa feita pelo Datafolha em maio revela que a grande maioria dos consumidores prefere as sacolas plásticas para transportar suas compras e cuida de não desperdiçá-las, reutilizando-as e dando-lhes uma destinação ambientalmente correta após o uso.
Dos consumidores entrevistados em uma mostra qualificada de 1.123 pessoas na Região Metropolitana de São Paulo e nas cidades de Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, 84% apontaram as sacolas plásticas como o meio mais frequente para carregar as compras. Sacolas de pano e nylon são usadas por 11%, carrinhos de feira por 3%, e caixas de papelão por 2%.
Indagados especificamente sobre qual seria o melhor meio para transportar as compras, 50% indicaram as sacolas plásticas, 27% as de pano, nylon e de feira, 12% os carrinhos de feira, 6% as caixas de papelão, 3% as sacolas de papel e 2% outros meios.
Os que optaram pelas sacolinhas plásticas relataram como razões para essa escolha a resistência dessas embalagens e sua reutilização.
O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizá-las, 7% as descartam e 6% as remetem para reciclagem. Este dado é duplamente relevante. Primeiro, porque demonstra que a grande maioria dos consumidores dá novo uso à sacola ou as recicla; assim, não as desperdiça.
Segundo por mostrar que ainda há um trabalho educacional a ser feito em relação aos 7% que descartam, conscientizando-os sobre o potencial de reuso e reciclagem das sacolinhas. Com isso, daremos mais um passo para a preservação ambiental.
Em questão com múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram que o fazem para acondicionamento de lixo (96%), recolhimento de sujeira de animais (51%), utilização para transportar outros objetos (66%), separação do lixo a ser levado à reciclagem (39%), armazenamento de mantimentos (26%), preservação de roupas (17%) ou utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).
Essa resposta é bastante interessante por mostrar a importância das sacolinhas para a saúde pública (acondicionando o lixo de forma segura e higiênica), para a economia (protegendo as roupas ou transportando outros produtos) e para o meio ambiente (acondicionando os descartes recicláveis para levá-los à reciclagem, ou reciclando-as para fabricar novos produtos).
O Datafolha mostra ainda que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas. Em resposta que permitia escolhas múltiplas, 81% concordaram em que a cobrança pelas sacolinhas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.
Neste último caso, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras. Somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.
Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. No entanto, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Equivocadamente, 45% opinaram que as sacolas não são recicláveis. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. E 17% não souberam responder.
Todos esses resultados levam a duas conclusões. Os consumidores preferem as sacolas plásticas e portanto não querem seu banimento. E a educação é o caminho para garantir o direito de os consumidores escolherem a melhor embalagem para transportar suas compras e contribuírem para a preservação do meio ambiente, mediante o uso consciente das sacolas plásticas e seu descarte correto”.

Fonte: Plastivida

Com bolsa de estudos, aluno de escola pública realiza sonho de estudar em Harvard

Desde 31 de agosto, Lucas Gonzaga de Freitas está vivendo um sonho que alimentou desde a infância: estudar em Harvard. O brasiliense, que sempre estudou em escola pública, foi admitido para o ano letivo de 2011 (sim, nos Estados Unidos, as aulas começam em setembro). Para custear as mensalidades da prestigiada instituição, Lucas ganhou uma bolsa de estudos que fica perto de R$ 9.000 por mês. 

Como ele conseguiu? Ele mesmo conta: "Durante o ensino médio, soube que uma aluna do Colégio Militar do Rio de Janeiro tinha sido aceita em Harvard e ao observar o currículo dela, percebi que ela era tão normal quanto eu, então passei a pensar na possibilidade de aplicar para a universidade”. O garoto passou pela Escola Normal de Taguatinga, de Brazlândia, Classe 3, Classe 106 Norte até ser selecionado para estudar no Colégio Militar de Brasília.

Campeão olímpico

Apesar da modéstia, a trajetória de Lucas não é, assim, tão usual. Ele sempre foi um aluno aplicado: ele acumula 13 medalhas em olimpíadas estaduais e nacionais de matemática, física, química e astronomia. Por ser um bom aluno, conseguiu uma bolsa de estudos numa renomada escola de idiomas em Brasília -- e conseguiu aprimorar seu inglês, condição essencial para estudar no exterior.

Como nos Estados Unidos o aluno decide qual área pretende seguir apenas no fim do primeiro ano, Lucas ainda está em dúvida se vai fazer computação, genética ou economia. Entretanto, uma certeza ele já tem: “Depois de formado, pretendo ajudar de alguma forma o meu país. Tenho muita vontade de investir no incentivo de estudantes de potencial. Acredito que muitos brasileiros talentosos são desperdiçados por falta de incentivo”.
Aprovado em vestibulares concorridos como o da UnB (Universidade de Brasília) e do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), Lucas também foi aceito em outras prestigiosas univesidades americanas como Yale,  MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e Dartmouth. Mas Harvard era um desejo "antigo": “Desde criança eu queria estudar em Harvard, provavelmente devido a filmes americanos que citavam a universidade".

Nova rotina

Agora, longe da casa dos pais, Lucas já começa a entrar no esquema da universidade americana. "Para cada uma hora de aula, o aluno precisa de três horas de estudo", conta o universitário. Ele tem duas aulas de manhã e outras duas à tarde -- e estuda nos períodos anteriores a elas. O brasileiro já planeja participar do clube do jornal interno da universidade, The Harvard Crimson.
Mesmo sendo um novato, o rapaz está trabalhando em um projeto de computação desde a primeira semana. Por e-mail, ele contou que "é basicamente um jogo no estilo Super Mario, mas inspirado em Harvard". Lucas escreveu: "Além de programá-lo no computador, tive que criar uma interação entre o jogo e um sensor board, que além de servir como controle remoto, pode reconhecer sons. Tudo programado por mim!