O que é bastante controvertido. É como a estoria do macaco que poe a batata para cozinhar e ao vê-la queimando tenta tirar do fogo com a mão do gato.
É uma forma de desviar a atenção dos verdadeiros responsáveis que, diga-se passagem continuam tranquilamente a queimar o barato e democrático – existe em todo lugar – carvão mineral, com a desculpa de crise econômica. Este sim, é considerado o verdadeiro vilão do aquecimento global que é usado livremente desde a Revolução Industrial.
Claro que qualquer coisa que se venha a fazer, ajuda. Mas dai a demonizar o gado é outra conversa. E veja que eu sou vegetariano, mesmo, há muito tempo e por mim se parassem com a reprodução do gado e produção da carne, qualquer uma, não faria a menor diferença.
Esta ideia, se der certo, iria influenciar sobretudo o gado confinado em fazendas na UE e EUA, pois a maior parte do gado criado no mundo é feita em criações extensivas, comendo capim, e sabe-se que produzem muito menos destas emissões.
É claro, o gado criado confinado come uma mistura a título de ração que inclui além de cereais, sangue, vísceras e ossos deles próprios, o que gerou doenças radicais como o mal da vaca louca na Inglaterra, provocada pelo consumo desses componentes em sua alimentação.
Logo, o excesso de gases no gado europeu e norte americano, nada mais é do que resultado da má digestão em função da dieta que recebem, já que, como se sabe, são animais herbívoros.
Agora, a ideia mais hilária proposta pela Universidade de Bangor, no Pais de Gales, é engarrafar a bufa das vacas, isto mesmo, engarrafar e transformar em combustível. Se bem que a ideia não é nova, pois, já foi tentada antes na Argentina.

Agora, a ideia mais hilária proposta pela Universidade de Bangor, no Pais de Gales, é engarrafar a bufa das vacas, isto mesmo, engarrafar e transformar em combustível. Se bem que a ideia não é nova, pois, já foi tentada antes na Argentina.

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